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Camila
Quero "todo o amor que houver nessa vida e algum trocado pra dar garantia e algum veneno anti monotonia".
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sábado, 15 de novembro de 2008

Uma mulher, o Capitalismo


Vive nessa fantasia. Essa fantasia viciada, onde a cédula é a única moeda de troca entre ela e o imaginário. Vive em um mundo particular comprado sem suor e brindado com Chandon. As amizades são superfaturadas de egoísmo e competição. Namorados lhe compram o caráter, e isso é romântico. Namorados, porque fidelidade custa caro e nem todos podem pagar. Vai a casamentos entre princesas e sapos, porque a beleza é relativa, e relatividade também tem preço. O amor, que antes era brega, agora é chique, já que se encontra nas vitrines, banhado a ouro e recheado de diamantes. Carros blindados não a impressionam mais, pois os iates estão na moda e ela gosta do balaço do mar forjado em ilhas desertas artificiais, encomendadas por caprichos de quem os pode ter. Lá também é seguro. Mas, segura não se sente, então vive com essa taquicardia constante, porque seu coração bate no ritmo descontrolado do capitalismo compulsivo.

15 Finais Felizes:

Su disse...

A felicidade, o amor, amigos, a vida não tem preço... Momentos inesquecíveis são incalculáveis, mas em certos momentos eles se tornam caros, então querendo ou não somos todos capitalistas!
Beijão, Flor!!
Bom Domingo!!

Leandro Neres disse...

Gostei do momento punk e da reflexão!
bjs!
*Estou numa fase sem saber o q dizer

Depois dos 25, mas antes do 40! disse...

O mundo está louco e acho que este código de barras atrás da mulher mostra bem quem somos atualmente: números que valem o quanto compram. Cabe a nós sermos mais profundos.

Bjocas

Iza disse...

O capitalismo selvagem nos destrói a cada dia.
Teu jeito de escrever é tão especial e único para mim.. Estou adorando vir aqui e ter um final sempre feliz.
Beijos!

Ju... disse...

"A gente não quer só dinheiro, a gente quer dinheiro e felicidade..."

Sahmany disse...

Bom dia, boa semana e me perdoe a ausência. Ando meio complicada por aqui. Mas dia 30 isso tudo acaba e eu vou finalmente poder blogar um pouco mais a vontade.
Beijos.

disse...

Eu minha criança dinheiro sempre coloco em segundo plano. Preciso dele para viver, mas sou feliz com pouco muito pouco.
Ensino isso aos meus filhos, mas a cada dia fica mais difícil e complicado, pois esse munão aí fora vem e tira deles todo ensinamento e eles vão lutando contra tudo e todos.
Beijos minha criança muitos beijos.
Vovó Rô!

Letícia disse...

Capitalismo Compulsivo. Tudo à venda e nós não compramos nossa paz. Um texto assim curto e de forte opinião, Camila. Agora conheço mais sobre o seu modo se escrever. E gosto muito.

Bjs.

Du disse...

Camilinha, imagem mais que perfeita para o texto, uma bela complementação.
Tenho pena de quem coloca o dinheiro a frente do amor, futilidades que parecem ser mais importantes que gestos de carinho...
Cada um sabe de si.

Você é 10!

Beijão, uma ótima semana pra você, repleta de luz e paz no coração!

Éverton Vidal disse...

Esse texto tem uma força especial, é uma crítica a esse mundo consumista-captalista-alienado. Mundo medido pelo dinheiro.

Muito bom este texto, pra mim foi como uma leitura devocional hoje.

Boa semana pra você camila!

Salve Jorge disse...

Essa mulher
Que tem o que quiser
Ou não
Não sai do chão
Não sente o que tem na mão
É só a ilusão
De uma posse
Que há quem endoce
Mas que na verdade
Refém da vaidade
É só a frieza da imobilidade...

Pâmela disse...

É, mas, no final, ela vai olhar para trás e perceber que não foi feliz porque o que realmente importa na vida (e ela já deve ter ouvido isso filosofado de várias formas diferentes) não tem preço.
Mil beijos!
E uma semana ótima. ^^

Luciana disse...

Dinheiro não compra a felicidade. Infelizmente, muitas pessoas vivem com tanta ostentação que se esquecem de coisas simples da vida, simples mas de um valor que dinheiro nenhum compra. Detesto essa forma de ser/viver em que tudo gira em torno do ter, do poder.

Obrigada pelas palavras de incentivo, Camila! Adorei o seminário... Vai lá no meu blog pra saber direitinho como foi.

Um abraço!

Lorena disse...

Puxa Camila... Isso é tão verdade, infelizmente. Às vezes quero fechar os olhos para essa "comercialização de gente" que é a nossa sociedade, tudo etiquetado e com preço... Mas não dá porque é muito evidente.
Quero acreditar que ela sinta mesmo taquicardia descompassada, mas algumas vezes penso que nem isso as pessoas sentem... nem isso.

Amei o conto, amei mesmo. Lindo texto!

beijos e boa semana!

*Lusinha* disse...

Não quero isso pra mim...
Bjitos!

 
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