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Camila
Quero "todo o amor que houver nessa vida e algum trocado pra dar garantia e algum veneno anti monotonia".
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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Óbvio e clichê

"Love is in the air
Everywhere I look around
Love is in the air
Every sight and every sound"

Respiro e tudo é amor. Porque o ar nunca foi tão leve. O leve nunca foi tão leve. E isso nunca foi tão óbvio. O óbvio nunca foi tão certo. O certo nunca foi tão simples. O simples nunca foi tão perfeito. O perfeito nunca foi tão meu. E o meu nunca foi tão nosso. O futuro agora, mesmo distante, está logo ali. Eu o tocaria, se quisesse. Mas fico com a magia do que não é certeza. Ou até é certeza até certo ponto. E eu gosto da incerteza quase certa. Gosto do que quase já era e se tornou. Gosto do que era para ser e foi. Porque o que tiver que ser sempre será. E eu sempre serei para você. Acredito nisso. Acredito em você. Acredito finalmente em acreditar. Só tenho medo de uma coisa. Tenho medo de não ter medo. Mas, mesmo assim, não tenho. Estou aqui e o medo não sabe onde me encontrar. Então respiro aliviada. E sinto, mais uma vez, que tudo é amor. E não adiantaria me esconder nem de você, nem do que ainda vamos ser. Porque é ao seu lado que sempre vou estar. E o meu amor é como todo bom amor. Brega e clichê.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Felicidade pra mim...

Felicidade pra mim é ter um pai doutor em moscas brancas, não entender nada sobre isso e morrer de orgulho dele mesmo assim. É ter a mãe mais carinhosa e compreensiva do mundo e saber muito bem disso sim. É ter uma irmã fofa e bela que se espelha em mim. É ter uma família perfeita porque Deus a fez só pensando mim.

Felicidade pra mim é sentir dor de cabeça, tomar remédio e saber que vai passar. É ir ao supermercado. É acreditar em Deus. É pisar na grama molhada. É acordar descansada. É banho de lua. É correr na rua. É pão com manteiga. É andar de mãos dadas. É escutar piada. É tomar banho demorado. É ter estilo despojado. É me balançar na rede. É não morrer de sede.

Felicidade pra mim é assistir a desenho animado. É tomar chá gelado. É achar 5 reais no bolso da calça. É fazer as unhas. É beijar na boca. É cafuné. É cócegas no pé. É recitar um poema. É criticar um filme. É receber rosas. É mergulhar na piscina. É ver onda quebrar. É presenciar o pôr-do-sol. É esperar uma flor desabrochar. É ver uma grávida passear.

Felicidade pra mim é dizer por favor. É não sentir de rancor. É receber uma mensagem de amor. É usar havaianas. É saber que vem chuva e que depois vem sol. É ler Clarice. É escutar Alanis. É dizer bom dia sorrindo. É dizer boa noite quase dormindo. É não jogar lixo no chão. É um bom aperto de mão. É elevador funcionando. É me arriscando. É quase me jogando.

Felicidade pra mim é ter coragem para lutar, fé para ajudar e muito amor para dar!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Uma feliz estranha


Devo ser estranha.
Pois estranho essa felicidade.
Uma felicidade do lado de dentro
e sem motivos externos.

Muito estranho isso.
De ser feliz sem razão.
Feliz, independente de mim,
de um sim ou de um não.

Eu caminho e ando feliz.
Assim, sem explicação.
É a felicidade entrando,
e eu fazendo sala.

Como se ela estivesse de visita
e eu devesse conquistá-la.
Mas sou estranha. Louca não.

Não desejo ser feliz para sempre.
Quero apenas para sempre ter felicidades.
Porque sei que tristezas não vêm em vão.

Elas vêm e vão.

sábado, 22 de agosto de 2009

Relógio Solar

Quero a incerteza do tempo. Quero a velocidade intocável dos milésimos de segundo. Quero anos-luz em séculos e a distância em outro lugar. Porque inverto minutos e encontro quilômetros opostos, desnorteada que sou. Então perco tempo tentando contar. Aí me perco de novo. Já que, às vezes, o rápido é rápido mesmo. Outras vezes, o rápido brinca de não passar. E eu gosto de relógios que não gostam de esperar. Porque vejo a pressa do imediato, o agora do futuro, o presente acelerado. Mas o tempo pode ter preguiça ou querer descansar. E eu, que não vi ponteiros, sei da ambigüidade do tempo sentido. Certo tempo que poderia ter ficado por lá. Porque passou. Mas o passado anda por aí em livros e rugas. E o futuro? Está tão presente que não precisa se anunciar. O tic-tac pode ser já já. Ou o depois pode demorar. E eu quebro regras e eras. Porque não quero tempo classificado. Não ao tempo em porções. Tenho hora marcada com o impreciso. Quero o espontâneo do relógio solar.

domingo, 16 de agosto de 2009

1 ANO!!! Viva!!!


Hoje Meu/Nosso Conto de Fadas Particular está fazendo um ano. Parabéns para ele e obrigada a vocês. Graças a esse espaço, pude ter contato com pessoas tão especiais quanto talentosas, seja para escrever, ou para sentir, ou para os dois. Agradeço cada palavra de carinho, cada comentário e cada leitura silenciosa. Porque comecei a escrever despretensiosamente e vocês, com todos os elogios, todos incentivos e todas as visitas me fizeram ficar. Ou sempre voltar. E aqui só é um conto de fadas porque vocês são os personagens encantados que fazem até as tristezas terem um final feliz.


Sei que agradecimentos são sempre muito clichês, mas conto de fadas também são, então...

Muito obrigada do fundo do coração.





Agradeceu com a cabeça baixa
Os olhos sem tirar do chão
Como se estivesse envergonhada
Não de dizer muito obrigada
Mas de merecer quem lhe deu a mão

 
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