Minha foto
Camila
Quero "todo o amor que houver nessa vida e algum trocado pra dar garantia e algum veneno anti monotonia".
Ver meu perfil completo

Recadinho:


ShoutMix chat widget
Mostrando postagens com marcador Meus sentimentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Meus sentimentos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Felicidade pra mim...

Felicidade pra mim é ter um pai doutor em moscas brancas, não entender nada sobre isso e morrer de orgulho dele mesmo assim. É ter a mãe mais carinhosa e compreensiva do mundo e saber muito bem disso sim. É ter uma irmã fofa e bela que se espelha em mim. É ter uma família perfeita porque Deus a fez só pensando mim.

Felicidade pra mim é sentir dor de cabeça, tomar remédio e saber que vai passar. É ir ao supermercado. É acreditar em Deus. É pisar na grama molhada. É acordar descansada. É banho de lua. É correr na rua. É pão com manteiga. É andar de mãos dadas. É escutar piada. É tomar banho demorado. É ter estilo despojado. É me balançar na rede. É não morrer de sede.

Felicidade pra mim é assistir a desenho animado. É tomar chá gelado. É achar 5 reais no bolso da calça. É fazer as unhas. É beijar na boca. É cafuné. É cócegas no pé. É recitar um poema. É criticar um filme. É receber rosas. É mergulhar na piscina. É ver onda quebrar. É presenciar o pôr-do-sol. É esperar uma flor desabrochar. É ver uma grávida passear.

Felicidade pra mim é dizer por favor. É não sentir de rancor. É receber uma mensagem de amor. É usar havaianas. É saber que vem chuva e que depois vem sol. É ler Clarice. É escutar Alanis. É dizer bom dia sorrindo. É dizer boa noite quase dormindo. É não jogar lixo no chão. É um bom aperto de mão. É elevador funcionando. É me arriscando. É quase me jogando.

Felicidade pra mim é ter coragem para lutar, fé para ajudar e muito amor para dar!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Uma feliz estranha


Devo ser estranha.
Pois estranho essa felicidade.
Uma felicidade do lado de dentro
e sem motivos externos.

Muito estranho isso.
De ser feliz sem razão.
Feliz, independente de mim,
de um sim ou de um não.

Eu caminho e ando feliz.
Assim, sem explicação.
É a felicidade entrando,
e eu fazendo sala.

Como se ela estivesse de visita
e eu devesse conquistá-la.
Mas sou estranha. Louca não.

Não desejo ser feliz para sempre.
Quero apenas para sempre ter felicidades.
Porque sei que tristezas não vêm em vão.

Elas vêm e vão.

domingo, 16 de agosto de 2009

1 ANO!!! Viva!!!


Hoje Meu/Nosso Conto de Fadas Particular está fazendo um ano. Parabéns para ele e obrigada a vocês. Graças a esse espaço, pude ter contato com pessoas tão especiais quanto talentosas, seja para escrever, ou para sentir, ou para os dois. Agradeço cada palavra de carinho, cada comentário e cada leitura silenciosa. Porque comecei a escrever despretensiosamente e vocês, com todos os elogios, todos incentivos e todas as visitas me fizeram ficar. Ou sempre voltar. E aqui só é um conto de fadas porque vocês são os personagens encantados que fazem até as tristezas terem um final feliz.


Sei que agradecimentos são sempre muito clichês, mas conto de fadas também são, então...

Muito obrigada do fundo do coração.





Agradeceu com a cabeça baixa
Os olhos sem tirar do chão
Como se estivesse envergonhada
Não de dizer muito obrigada
Mas de merecer quem lhe deu a mão

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Entenda-me também


Vá e não se preocupe. Entendo o que está sentindo. Conviver comigo nem sempre é fácil. Sei disso tão bem quanto você. Se eu pudesse, também me deixaria sozinha um tempo e só voltaria amanhã.

Mas vá e volte mesmo. Porque imagine como deve ser difícil conviver comigo em tempo integral. O eu não tira férias de mim. E até eu me canso, às vezes. Então também preciso de compreensão. Ou não?

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

No meio de lugar nenhum

Não estou nem aqui nem ali. Estou entre. De um lado, a certeza do agora. Do outro, o que há por vir. Não sei se faço do meu presente o futuro, avanço logo de vez! Ou se paro tudo e olho de frente o diferente, o recomeço! Vou pro lado avesso? É isso, estou em tempo de mudança. Estou em medo de mudança. Não sei se é bom ficar. E tão inseguro é ir. Quero muito e, logo, desquero mais. Digo que vou e, então, volto atrás. Fico no meio. E tão estranho é esse lugar. O do meio. Que não é nem lá nem cá. É o lugar de lugar nenhum. É estar vazio, mesmo de cabeça cheia. E eu estou parada. Esperando minha decisão. Ou quem sabe, um empurrão. Talvez eu pule. Talvez eu fique no chão.












Esse texto foi escrito no começo do mês passado e vale à pena ressaltar que eu pulei. O chão daqui é mais áspero que o de lá, mas, como dizem por aí, quem não arrisca não petisca. E eu, que moro na Rua das Contradições s/ nº, tenho medo, mas gosto mesmo é de arriscar.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Como você me ama


Amo e sou feliz e pronto. Como se amar fosse fácil. E é. E a culpa é toda sua. Porque você ama desse seu jeito. Assim, sem esforço e sem relógio. Como se eu fosse um mundo todo e você fosse só você, aqui, pra mim. Como se o mundo fosse acabar e nós fôssemos só viver, ou morrer. De amor, é claro. Como se todo amor do mundo tivesse sido feito pra ser só nosso. E é. Mas, mesmo assim, você ama sem pressa. Como se não quisesse perder amor pela transpiração. E você me ama. E me diz que me ama. E me mostra que me ama. Sem nem fazer declaração. Como se amar fosse óbvio. E é. E há quem ache exagero nisso. Como se amar fosse aos poucos. Como se amor viesse com conta-gotas. Mas nós não amamos em doses homeopáticas, como os demais. Então só amamos demais. Como se fosse pra todo amor ser assim. E é.

Los Hermanos - Bom Dia

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Viva, mas viva mesmo*

Estou viva. E isso não é uma constatação. Porque constatar é parado. E o parado já morreu. Enquanto a vida, a vida é correndo. Correndo, caindo, com pressa e com medo de deixar trem passar. Quem vive é complexo, sem nexo, um pouco poeta e um tanto artesão. Viver não é só comida, bebida e respiração. Viver é mais. Viver é além e na contramão. Quem vive pula. Porque viver tem que ser se jogando. Se ferir ou não. Porque viver deixa marcas sim. Mas viver é a cura pra toda aflição. Viver é minha salvação. Quem vive aparece, envelhece ou é a vida de outro alguém. Quem vive independe de onde, como ou com quem. Pra viver não precisa nascer de novo, só tem que descer o morro e começar a construção. E vida não contrapõe morte, vida não é pra quem tem sorte, vida é decisão. Mas só sabe disso quem vive, mas quem vive mesmo.



*Como diria o Amigão!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Boba e Ingênua

Um dia me disseram que eu iria ser grande. Então fiquei feliz. Boba que era. Crescer fere. Crescer dói. E não há vacina ou remédio que dê jeito. Quem cresce, sofre. Fato. Crescer é rasgando. Crescer é sangrando. E eu, além boba, era ingênua. Porque ingênuo é quem acredita que crescer pára. Não. Crescer é que nem pai e mãe, é para sempre. Crescer não tira férias e nem dá folga. Crescer é o tempo todo. Crescer é tão intenso que, às vezes, crescer até sufoca. Então respiro fundo. Porque, mesmo sem querer, cresço. Não adianta tentar deter. Lutar é tolice. Assim, crescer só machucaria mais. Porque crescer não é opção. Crescer acontece. E pronto.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Olha eu Aqui...

Aqui está tudo certo
Mesmo desorganizado

Aqui tem muito choro
Mas há quem faça cócegas

Aqui tem saudade
Graças a Deus, telefone também

Aqui tem medo sofrer
Mas tem sofrimento até por quem machucou

Aqui tem pai e mãe
E confiança e liberdade

Aqui se vive uma democracia
Onde a fé reina soberana

Aqui tem ex-namorados
Mas não existem ex-sentimentos

Aqui tem coisas escondidas
Quem não gosta de caça ao tesouro?

Aqui é tudo colorido
Já que preto e branco também são cores

Aqui há quem enfrente o futuro
Porque já venceu o passado

Aqui não é perfeito
Mas Aqui estou eu!















*Desculpem o sumiço. Mas, apesar de nem tudo ter uma explicação, isso tem. Qualquer dia desses escrevo sobre isso. Hoje não, tá? O importante é que me sinto bem quando perto de vocês, mesmo distante. Beijos!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Sou.

Sou.
Assim,
sem predicativo e sem fazer ligação.
Porque ser,
só sendo mesmo,
já é complicado demais para mim
e se engana quem vê simplicidade nisso.
Ser-o-que-é não é uma redundância,
ser-o-que-é é quase um eufemismo.
Porque ser é grande.
Ser é tão amplo que
me toma todo o ar.
Vivo para ser.
Por isso,
ser, às vezes,
me cansa.

Sou.
Assim,
sem complemento nem adjetivo.
Porque ser,
esse ser completo,
já é difícil demais para mim
e ingênuo é aquele que vê naturalidade nisso.
Porque ser não é inocente.
Ser é tão culpado que
se torna quase uma obrigação.
Ser me toma todo o tempo.
Não paro de ser.
Por isso,
ser, às vezes,
me cansa.

Sou.
Assim,
um verbo irregular.
Porque ser,
esse ser complexo,
já é ser demais para mim.
E inconstância não é sujeito simples,
é sujeito sempre.
Então continuo a ser,
mesmo sem saber
ou querer.
Por isso,
ser, às vezes,
me cansa.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Para sempre amar para sempre

Se amor é para sempre? Claro que é! Ou se ama para sempre ou não é amor de verdade, daqueles que enchem as salas de cinema de choro e beijo na boca. Eu já amei para sempre. Amei para sempre, até ter que ir embora. Amei para sempre, até por um único fim-de-semana. Amei para sempre, até quem não soube me amar. Pois amo sem a angústia do fim das coisas, sem a pressão do fim dos tempos, sem o medo do fim do mundo. Amo sem seguir calendário, sem olhar o relógio e sem me preocupar se vai dar tempo gostar. Amo aproveitando cada tempinho que o para sempre sempre tem para dar.

Quem ama para sempre está livre da hora marcada, dos minutos contados e dos segundos perdidos, já que, o tempo todo, todo o tempo é eterno e tudo que é eterno tem a tranquilidade de não saber terminar. Quem ama para sempre não tem um amor aflito, não faz amor apressado e não agenda uma surpresa ou uma declaração. Quem ama para sempre conta os dias pelas noites dormidas juntinho, e assim, com o tempo, se esquece de saber o que é solidão.

Amar para sempre não é enganar a morte ou trapacear no jogo, não é pecado capital ou suicídio em longo prazo e não é ludibriar um futuro ferido ou tornar-se seu próprio bandido. Amar para sempre é seguir o que o destino coloca no caminho, porque ele sempre vai levar o amor e o tempo ao mesmo lugar, até para quem se preocupa em se preocupar. Amar para sempre é amar para sempre, até o tempo se encarregar de ser notado, infelizmente, e o para sempre ter começo, meio e fim, finalmente. Mas, até aí, já fui feliz para sempre, durante todo o tempo que pude, e isso nem o tempo pode tirar.

Então, se você tem um amor hoje, faça dele um amor para sempre, pelo menos até o dia acabar.


segunda-feira, 20 de abril de 2009

Meu ponto de vista

Campo aberto, horizonte para todos os lados e eu caminhando para frente. Ou seria para trás? Tanto faz, porque não sou referência, não tenho referencial e não referencio ponto cardeal parado. Olho para frente, que é rumo de quem vai. E eu sou de ida. Ando de partida. E vou. Mas volto. Meia volta, volta e meia, já. Porque o que era é trás pode virar frente. Depende. Mas pouco importa, já que meus olhos, esses sim, são norte. Sempre. E eu olho para todo lado para ver até o lado de dentro. Assim, o que já foi visto já foi vivido, sentido, concretizado. Então não tenho medo de encarar meu passado, de não prever o futuro e de enxergar que eu sou meu guia. E já que os olhos são meus, quero ver o lado bom da vida. Sim, o olho a vida pelo lado que me convém. Porque o pior cego não é aquele que não quer ver, cego mesmo é aquele que só enxerga um dos lados da moeda. E ô coisa difícil essa de mudar a moeda de lado! Porque, às vezes, precisamos de mais, muito mais, que força para conseguir observar o que o óbvio joga na nossa cara. E ter mais que força é ter vontade. Sim, tenho força de vontade, vejo ângulos diferentes e percebo que diferente sou eu, que sou míope e não preciso de óculos para enxergar o melhor que a vida tem para mostrar. Então vejo que o colorido das coisas depende sim do ponto de vista de quem vê, porque hoje “há flores em tudo que vejo” e fui eu que as plantei. E é bom saber que o lado bom da vida está do meu lado, que minha moeda está virada para o lado certo e que vejo o lado positivo por todos os lados.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Sobre viver


Por uma questão de sobrevivência, vivo.
Vivo sonhando. Vivo sorrindo. Vivo vivendo.
Vivo até morrendo. De alegrias e tormentos.
Vivo. Sobrevivo. Vivo sobrevivendo.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Esperando


Estou de portas e olhos bem abertos.
Acreditando que só preciso acreditar.
Então espero para não deixar nem tempo passar.
Porque felicidade é substantivo concreto
e eu preciso agarrar.
Já deixei muita gente e vida demais escapar.
Agora conto segundos, conto histórias,
mas não conto com a possibilidade
de não viver meu conto de fadas particular.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Silencioso poema


*“Si ce que tu as à dire n’est pas plus beau que le silence, tais-toi.”

Hoje nada digo
Não faço barulho doído

Aqui ecoa meu silêncio
Meu grito sai em voz muda

Escrevo sem fazer roído
Palavras nas pontas dos pés

O som sai surdo porque
Faço tumulto contido










*O provérbio é árabe, mas o conheci em francês. A tradução fica assim: “Se o que tens a dizer não é mais belo que o silêncio, cala-te.”

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Tired.


terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Chronos

“Cada coisa tem um instante em que ela é.
Quero apossar-me do é da coisa. (...)
Quero possuir o átomo do tempo.”
(Clarice Lispector)


Perdi-me no meio do tempo. Não assim como quem perde o relógio, o encontra e tem tempo de novo. Não, me perdi no meio, sem bússola. Me perco procurando o começo e o fim das coisas e não encontro o meio do tempo. Então me perco ainda mais. Não gosto de bússolas, onde o meio é ou o norte ou o sul. Depende. Odeio quando o meio depende, pois assim não é meio, é inconstância. Inconstante é o meio que se perde até em bússolas. Sou inconstância. Sou meio perdida. A bússola e o relógio estão no meio das outras coisas e eu estou perdida no tempo do meio tentando me encontrar. Sei que estou no meio do caminho, e queria que fosse na metade. Porque o meio nem sempre é a metade das coisas. Gosto de metades. Talvez eu tenha metade do tempo. Meio relógio. Relógio atrasado. Mas metade de tempo é tem- e -pó, e, com o tempo, sempre tem pó no meio. Então não, tenho alergia à metade do tempo. Quero o tempo todo. Desejo até tempo perdido, daqueles que não se recupera mais. Mas não, não tenho meios pra isso e tem muita coisa no meio de tudo. Então, metade do tempo, ando meio perdida demais. Mas ando.

sábado, 22 de novembro de 2008

Minha Sonoridade


Barulho de chuva é barulho de chuva pra uns e saudade pra outros. Os ecos das conchas fazem ruídos do mar pra uns, pra outros trazem esperança. O tique-taque é apenas relógio pra uns, outros nem escutam o tempo passar. E eu escuto música em tudo que faço, em tudo que vejo. Porque melodias me perseguem, como pra ritmar meus passos ou deixar meus dias mais leves. Escuto meia canção, mas já me completo. Às vezes, nem escuto, não em forma de audição. Tenho sentimentos musicais. Quem nunca sentiu uma música? Tenho criatividade melodiosa. Quem nunca criou um refrão qualquer, num dia de sol ou num balançar de rede? Tenho minha vida escrita em um poema-canção. Não, nunca escrevi uma canção. Ou até já escrevi, mas não sobre mim. Sobre um menino-pássaro que não sabia voar, mas que, depois de cantar, sempre ia mais alto. Não sei por que associo música a liberdade. Ou sei. Não sei tocar instrumentos musicais. Nenhum. Há quem nem acredite nisso. Já me disseram que eu devia tocar piano. Talvez. Eu queria um cavaquinho. O samba é música de gente. Mas o sax, ah o saxofone! Se os homens soubessem... Uma serenata! Diamante nenhum eu trocaria por uma serenata. Uma boa e brega serenata. Se amor tem direito a ser brega, música também. Por isso eu não queria morar no sétimo andar, ainda vou me mudar pra uma casa com janelas que se abrem pra rua e esperar. Notas musicais. Melodias. Canções. Cada um segue uma trilha. Todos têm trilha sonora. Ou são sonoridade.

Misturando os versos de Oswaldo Montenegro... Metade de mim é amor e a outra metade é canção.

Aproveitando o assunto, vou responder um meme MUITO bom que a Duzinha enviou pra mim. Ou talvez aproveitei o meme pra falar sobre o assunto, mas, enfim, a ordem dos fatores não altera o produto e eu produzi a lista com a minha trilha sonora. Não vou mentir, achei difícil resumir tudo em 18 músicas (sei que é muita música, mas também é muita vida). Bom está aí o resumo musical da minha existência, entre amores, dores, risos e saudades. É mais ou menos isso aqui…

1. La Corrida – Francis Cabrel
2. Ne Me Quites Pas – Edith Piaf
3. Another Brick in the Wall – Pink Floyd
4. Wonderwall – Oasis
5. Under the Bridge – Red Hot Chili Peppers
6. Never There – Cake
7. À Francesa – Marina Lima
8. You Ought Know – Alanis Morissette
9. Esquadros – Adriana Calcanhoto
10. Super Duper Love – Joss Stone
11. Falling in Love Again – Eagle-Eye Cherry
12. Ai, ai, ai – Vanessa da Mata
13. Banana Pancakes – Jack Johnson
14. Seven Days in Sunny June – Jamiroquai
15. Cotidiano – Chico Buarque
16. Meu Esquema – Mundo Livre S/A
17. Esperando Aviões – Vander Lee
18. All Star – Nando Reis



Repasso esse meme pra algumas pessoas porque realmente queria saber conhecer um pouco mais da vida delas através da música, mas, como sempre, todos devem ficar bem à vontade, responde quem quer e quem gosta, tá?

Jorge, e
Salve Jorge
Julyana, do Tudo em mim quer me revelar
Letícia, que tem muito Afeto literário
Lorena, uma Strange little girl
Luciana, dona de Apenas mais um >>>
Pâmela, do Respirando-me
Roberta, que fala Das coisas que eu sei
Vidal, que traz Re-novidade
Vinícius, que tem o Bar do boêmio

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Estou só...

Estou só(,) querendo.

Estou só porque quero.

Estou só porque queria não querer.

Estou só querendo querer algo que eu saiba querer.

Estou só tentando não querer entender se quero ou não querer.

Estou só procurando querer saber por que quero tanto não querer o que quero.

Estou só querendo querer o que não quero mesmo querendo mais que outra coisa querida.

Estou só, querendo, não querendo, só querendo, só não querendo, só, querendo, só, não querendo.

Estou só(,) confusa.

Em mim tornas-te confuso
Olhares.com

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Saldo positivo



Me livrei dos juros sentimentais. Cancelei a conta carência. Economizei tristezas. Dividi nostalgias. Subtraí indiferenças. Parcelei saudade. Me poupei de falsidade. Transferi todos os males. Abandonei o supérfluo. Cortei gastos emocionais.

 
©2007 Elke di Barros Por Templates e Acessorios